vida de cão.

morte de quê?

Doces.

Pensar em nada, vivendo cada segundo como se fosse o primeiro e único. Assim cada minuto será, então, 60 surpresas.

Um beijo envergonhado, um vaso de tulipas, uma conversa despretensiosa, umas gargalhadas aqui e ali, uma caminhadela de mãos dadas no parque, um “tapa” seguido de um beijo; um vinho do porto acompanhado de chocolate amargo. Tudo com a trilha sonora perfeita para dois amantes, seja na caixa de som do computador ou nos autofalantes do coração.

Comprometi-me a viver assim. A mesma pergunta feita a cada dia, recebendo a mesma resposta e ficando tão feliz, ou mais, quanto da primeira vez que se ouviu o primeiro “sim”.
Não, isso não é estranho. Mas uma atitude para viver cada dia como o melhor de nossas vidas.

Quando tomei essa decisão? Há muito. Quando tomei a atitude? Ao perceber que a cada segundo que passa a gente vai perdendo oportunidades preciosas. É aquela história: viver cada dia como se fosse o último de nossas vidas. Pois é fui além.

Porque os doces momentos da vida estão acontecendo o tempo todo.
Mas os cafés que o dia-a-dia nos serve, deixando-nos estressados, fazem com que não percebamos o doce mel que nos segundos há.

1 Comentário »

  mundomitico wrote @

adorei!
em meio aos cafés cotidianos, lembrarei de viver tais únicos e últimos segundos como o melhor da minha vida…
bjins mineiros


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